Imagens que condenam: o reconhecimento fotográfico na era das redes sociais e sua conexão entre o labelling approach e a injustiça epistêmica no processo penal

Autores/as

  • Hudson Sales Freire Junior Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Autor

Palabras clave:

Reconhecimento Fotográfico, Redes Sociais, Labelling Approach, Injustiça Epistêmica, Seletividade Penal

Resumen

O reconhecimento fotográfico pode ser definido como um procedimento de identificação criminal sem previsão legal expressa, mas amplamente utilizado por analogia ao artigo 226 do CPP, e é muito importante para juristas, defensores dos direitos humanos e o sistema de justiça criminal. Nesse contexto, são abordadas as questões referentes ao uso de imagens extraídas de redes sociais, especificando mais o tema da seletividade penal e dos erros judiciários. Assim, evidencia-se que a problemática gira em torno do questionamento: como o labelling approach e a injustiça epistêmica estrutural contribuem para falsos reconhecimentos de pessoas negras e periféricas? O estudo é importante porque traz consequências para a realidade social e jurídica ao denunciar o racismo estrutural e a fragilidade probatória no processo penal. Objetiva-se solucionar a utilização acrítica de fotografias como prova isolada. Metodologicamente, utiliza-se pesquisa qualitativa e análise de casos concretos. Conclui-se que o tema demanda rigor formal e crítica institucional para evitar condenações baseadas em estigmas.

Biografía del autor/a

  • Hudson Sales Freire Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

    Acadêmico do Curso de Direito da UFRN. Membro e pesquisador do Grupo Potiguar de Ciências Criminais - POTICRIM. Monitor da disciplina de Penal I na UFRN. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0823838859941013. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-2884-6446. E-mail: hudsonsfj@hotmail.com.br.

Publicado

2026-02-20

Cómo citar

Imagens que condenam: o reconhecimento fotográfico na era das redes sociais e sua conexão entre o labelling approach e a injustiça epistêmica no processo penal. (2026). Revista Insigne De Humanidades, 2(3), 56-69. https://insigneacademica.com.br/ojs/index.php/revistainsignedehumanidades/article/view/136

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